01/05/2012

DIY Stompbox

Olá, moçada! Aqui vai mais um projetinho de um fim-de-semana (ou três, no meu caso): uma stompbox! É bem simples e barato, a minha deve ter custado uns 5 reau. E o que precisaremos? Pouca coisa: uma caixinha (eu fiz a minha), um jack p10 mono, uns fiozinhos, material de solda e a grande estrela da noite, um diafragma piezoelétrico.

O diafragma é o coração da coisa: quando se pisa na caixinha, ele gera um sinal elétrico, que é amplificado pelo -dã- amplificador e é ouvido pelos nossos -dã- ouvidos. Nos meus testes, colei no violão e amplificou super bem - em relação ao custo de 1 pila. Também funciona, por exemplo, colocar o celular em cima da caixinha: o sensor capta e amplifica. Mas, claro, quanto mais simples o som a ser amplificado, melhor. Para comprar o diafragma, é só chegar em uma eletrônica e pedir "me dá um difragma piezoelétrico, tio?", que às vezes pode ser "lâmina piezoelétrica".

Para montar, siga as fotos, e qualquer dúvida é só comentar. Se alguém pedir, posso upar o som da coisa, mas como dá trabalho e provavelmente ninguém vai ler mesmo, não fiz agora. Mas de novo: é só pedir. Paz e amor a todos!

Diafragma: positivo no meio, negativo na borda.
Como ligar o jack? A parte que encosta na ponta do plugue é o sinal (+), e a outra, o terra (-).
No fim das contas, pode ser bom adicionar estas patinhas de feltro, para não captar o plec plec da madeira no chão.

03/03/2012

Suporte para Violão DIY





E esse aí em cima é meu novo suporte de violão/guitarra/vassoura/etc. A ideia inicial era algo tipo um tripezinho daqueles que seguram pratinhos decorados. Lá pelas tantas, matutando a respeito do pé traseiro e do seu provével tamanho incomodo, mudei todo o design da coisa. Basicamente, tem uma estruturinha q abraça o violão inclinada e presa na ponta dum bloco maciço de ipê, que serve de apoio e contrapeso.

Na ideia original, os dois 'chifres' q seguram a parte debaixo do instrumento seriam dispostos em V, mas percebi q isso só funciona para instrumentos estreitos. E no fim das contas, esses negócios em L, bem na parte de baixo do bloco, ainda dão estabilidade lateral pra coisa toda. Espaçados em uns 25 centímetros, os dois ganchinhos de latão seguram quase qualquer instrumento sem deixá-lo inclinar lateralmente.

Há ainda uma haste de uns 40 cm para apoiar as costas do instrumento. Só para constar: o bloco de ipê é provavelmente dos apoios do telhado da casa de algum familiar, a haste de fórmica cor-de-anos-cinquenta era o canto de uma mesa da minha bisavó (?), os dois espetinhos de latão faziam parte do mecanismo q tranca janelas e o pauzinho de cedro q prende os metais deve ser de algum outro telhado, mas estou chutando. Ainda falta adicionar algumas proteçõezinhas emborrachadas para não arranhar ninguém.

29/02/2012

Novo 'Projeto'

Chegando mais um início de ano, precisava de alguma sarna pra me coçar. E vejam só, encontrei um toca discos (três-em-um, na realidade). Os botões estão meio feinhos, o fundo estava podre e o motor do toca-discos está trancado, acho. Em compensação, o toca fitas parece funcionar, apesar de uns botões quebrados e o rádio também parece legal. Já foi feito um fundo novo e já soltei as peças todas para encaixar nele. Veremos quanto tempo leva até ficar ok.

Acho eu q o modelo é algo tipo "National Ledsonic 9000", e ainda nao liguei em nenhuma caixa para verificar melhor. Primeiro, vamos deixá-lo meio inteiro. Além das três funções, tem uma entrada auxiliar e duas entradas de microfone. Assim q descobrir mais coisas, escrevo-lhes!








14/01/2012

Flecha - Fixa de Novo






Ooopa. Fixa de novo. 44x16, pinha soldada num cubo chinelo e uma flecha pintada à mão -uuuh, pintada à mão é chique- com canetinha de escrever em CD...

Parágrafo a parte para o guidão: peguei o guidão velho dela, normal drop, e virei pra cima e cortei. Virou um bullhorn (ou guidão de perseguição, para os íntimos). Minhas motivações eram duas: ele é mais estreito (melhor pra passar entre os carros) e legal pra burro. Me senti meio superficial por isso, mas azar, precisava muito de um mais estreito. Cortei, instalei, troquei o manete do freio - o original da Monark -, coloquei umas tiras feitas daqueles punhos de espuma bem vagabundos na parte mais crítica do guidão e por cima enrolei a fita mais feia e barata q achei na loja. Devia estar encalhada por lá desde 1988, mais ou menos. Tudo feito, momento de contemplação: "Caralho, esse negócio ficou comprido de mais, vai ser um horror... Mas tá bonito!". Tudo contemplado, momento de perseguição: é ótimo. O fato de ser estreito dificulta o equilíbrio na subida, mas é só colocar as mãos mais na ponta do 'chifre' q fica super estável. Dá pra se posicionar de uns 4 jeitos diferentes, e o acesso ao freio ficou bom - mas se não fosse fixa, teria q repensar a posição do manete... Ainda, dá pra se deitar quase que nem triatlon e ficar aerodinâmico relativamente com conforto. E é mais leve q um guidão de estrada comum, se isso importa. Guidão aprovado, e quase sendo posto pra minha mtb também... :p

12/01/2012

Leituras 2011 - Conclusão

Yep, terminei. E valeu a experiência. Nada transcendental, só aprendi q não valeu muito a pena :p É legal saber quantos eu li, mas não muda nada. Então, vou continuar não marcando nada. O lance todo é q eu sempre quis fazer uma lista de tudo q eu lia num ano, e eu fiz isso, só pra riscar um dos objetivos da minha vida. Agora, estou um pouquinho mais próximo da satisfação. Se é q é assim q funciona. Enfim, eis os livros:

1- Maus
2- O Garoto no Convés
3- Os Vagabundos Iluminados
4- Agosto 1914
5- Logicomix
6- Fabulário Geral do Delírio Cotidiano, Vol. 2
7- O Meu Everest
8- Provos
9- Diários de Bicicleta
10- O Último Teorema de Fermat
11- Como a Geração Sexo-Drogas-e-Rock'n'Roll Salvou Hollywood
12-14-  O Mochileiro das Galáxias, série. (terminei as 10 últimas páginas do último volume dia primeiro...)

Assim, olhando de novo, me ligo como o ano foi longo...

Feliz ano novo para todos!!

13/12/2011

06/12/2011

Leituras 2011 XII - O Guia do Mochileiro das Galáxias

Ach, mentiroso! E a semana de provas? E a falta de tempo livre? Qualé, cara?
Ok, eu li mais um livro. Mas é pequeno. E fantástico! Até não sabia se considero como um livro ou espero pra postar sobre os 5 da série. Mas cada um tem o seu ISBN, então é um livro. Senhoras e senhores, a obra de Douglas Adams:


 Alguns definem como "A bíblia geek/nerd/queseja", e até certo ponto (ou muito além dele), podemos realmente comparar. Vejam só: " __________ contém uma porrada de verdades, mensagens interessantes e críticas ao comportamento da maioria dos seres ditos 'humanos', tudo isso meio escondidinho e encaixadinho numa graaande história meio confusa." Preencha o espaço em branco com "A bíblia" ou com "O guia".

A história é alucinante e improvável (só pra mostrar q eu li), com uma dose de absurdos - yay, humor britânico! - , que nada mais são do que, de certo modo, alegorias. Ao leitor q tem problemas em separar 'bobagem' e 'conteúdo', e ao leitor q está em perfeita paz com o status quo, não recomendo. E eu até sublinhei status quo, porque fica bonito.

03/12/2011

Leituras 2011 XI - Como a Geração Sexo-Drogas-e-Rock'n'Roll Salvou Hollywood

Eita, nome comprido. O original se chama "Easy Riders, Raging Bulls". Por que traduzem assim? Mas tudo bem, posso postar o q eu quiser aqui, mais do q 140 caracteres, até. "Ei, galera, larguem o twitter! Descobri um negócio quase igual mas com muito mais coisas!". Não, não vai rolar. E na redação de vestibular isso se chama "fuga ao tema". Beleza, já passei no vestibular. Mas ainda assim, é interessante ser um pouco mais objetivo e não perder tempo falando bosta, já q na faculdade também devemos estudar, principalmente no fim do semestre. E é por isso mesmo que tenho lido tão pouco esse ano, me obrigando a manter a média de um livro por mês. Mas agora, tenho dúvidas: vou ler um monte nas férias ou vou perder qualquer compromisso literário? Uhm, ver para crer. E ora, vejam só: voltei ao tema. Ach, gênio!

E o livro. Comprado na Feira. Do Livro. Porque todo ano tenho q visitar a feira e encontrar UMA barbada, já que livros pelo preço normal (ou até promoções ridiculas) se encontram em qualquer lugar a qualquer hora. Então a Feira não serve para acompanhar os novos trabalhos literários que surgem por aí, não pra mim. A Feira do Livro serve pra passar um tempão fuçando dum lado pro outro catando um livro. De preferência, sem saber o q se busca. E foi assim q encontrei esse: deixando toda a família esperando impacientemente fora da multidão enquanto eu mergulhava num saldo em dúvida sobre qual pegar. E escolhi um sobre o cinema americano.

O livro conta mais ou menos o seguinte: Hollywood era comercial pra burro, com filmes super enlatadinhos. Daí meia dúzia de malucos (Hopper, Scorsese, Lucas, Coppola, &c), inspirados pelos europeus, foram lá e revolucionaram tudo, criando filmes mais artísticos, pessoais, baratos, cheios de significado. Como Easy Rider, Taxi Driver, Poderoso Chefão e vários outros. Então isso tudo ficou decadente e o mercado cinematográfico americano voltou a ser o q era antes, mas com algumas cicatrizes lindas. Tudo isso recheado de depoimentos atrás de depoimentos, entrevistas, fofocas a respeito de toooodos os envolvidos, e muitas outras coisas envolvendo muitas pessoas.

E isso dividiu muito a minha opinião. O livro valeu a pena, sem dúvida nenhuma. Aprendi muitíssimo sobre a época e sobre a cultura americana. Muito. Mas lá pela metade do livro, o ritmo da leitura caiu um pouco. Meio q enjoa ler sobre as pessoas, pessoas, pessoas, pessoas, pessoas, pessoas, ainda mais um cara como eu, q não consegue lembrar o nome de ninguém. No fim do livro tem um glossáriozinho de nomes, pros perdidos. E tem também uma filmografia selecionada, q lista uns quantos filmes e seus respectivos diretores. Quero tentar assistir a todos eles...